
O Que é identidade de Gênero? O que é disforia de gênero? Qual visão da psicologia analítica sobre gênero? O que personalidade da vida intima? Neste artigo você vera uma abordagem inovadora sob este tema.
Gênero pode ser definido como distinção inata biológica universal entre seres da natureza e entre o ser humano. Na natureza existem plantas e animais macho e fêmea. No ser humano existe a distinção clássica entre homens e mulheres.
Na mitologia esta qualidade universal do ser humano é explicada por vários nomes, mas com o mesmo significado. Por exemplo: No mundo oriental tem os conceitos de Yin e Yang, no mundo Hindu tem Shiva e Shakti, no mundo ocidental tem Eva e Adão, e na psicologia analítica tem os conceitos de Anima e Animus para representar a ideia de Feminino e Masculino presenta na humanidade.
Neste contexto a Identidade de gênero é a percepção interna e individual de uma pessoa sobre seu próprio gênero, que pode ser homem ou mulher, e pode não necessariamente corresponde ao sexo biológico atribuído no nascimento.
Disforia de gênero é o desconforto ou o sofrimento significativo causado pelo desequilíbrio incongruência ou entre o gênero com o qual uma pessoa se identifica (identidade de gênero) e o sexo que lhe foi atribuído ao nascer (mulher ou homem), isto baseado em características físicas biológicas gerando sofrimento emocional e comportamental.
Diante deste desconforto pode haver o desejo de mudança da pessoa: ou seja, o forte desejo de ter características sexuais que correspondam à identidade de gênero ou de ser tratado como o gênero oposto. Diante deste contexto existem dois tipos motivações.
O comum no nascimento com vida é que a diferença sexual do ser humano aparece no nascimento no corpo biológico nos órgãos genitais ( pênis ou vagina), porem como forma exceção em menos de 1% dos casos pode aparecer nos órgãos genitais na forma de hermafrodita ou intersexo ( na forma órgãos misturados).
Pode acontecer também de a forma de pênis ser muito pequeno ou na forma de vagina ser pequena, ou vagina com clitóris muito grande.
Neste e outros casos pode haver a necessidade de intervenções cirúrgicas, tratamento hormonal e trabalho terapêutico para facilitar a processo de identidade de gênero.
Assim a identidade de gênero pode não derivar das geniais, mas de um tratamento cirúrgico e hormonal devido má formação dos órgãos genitais.
Neste caso, que é maioria dos casos dos dias atuais do desejo de mudança do gênero, a pessoa nasce com os corpos biológicos perfeitos, ou seja com o órgãos geniais bem formado, inclusive com belos corpos, são pessoas bonitas com lindos corpos “esculturais” e por razões ideológicas, que não cabe este artigo explicar, o indivíduo decide mudar de gênero.
Cabe esclarecer que psicologicamente não se trata de liberdade sexual de escolhe o parceiro para ter relações sexuais, mas de algo mais profundo, que é ter a liberdade de escolher o gênero independentemente do tipo de órgão genital que nasceu.
Este é um fenômeno é recente no mundo ocidental no qual o Brasil faz parte, pode afirmar grosso modo que no século XIX, os casos de pessoas que desejavam mudar gênero eram menos de 1 % da população, no século XXI é percentual da população que se declara gays, léxicas, transgênero a depender do país varia entre 10 a 15% da população.
O Estudo da identidade de gênero mostra que há diferenças culturais, psicológicos, de sexualidade, de morfologia do corpo e de hormônios entre os homens e mulheres, assim as maneiras de ser homem ou de ser mulheres podem derivar qualquer destes elementos.
Na teoria dos papeis sociais historicamente homens e mulheres desempenham papeis sexuais universalmente construídos. Gênero em termos de psicológico está associado ao papel biológico sexual, sendo sexualmente ativo ou passivo, tendo assim uma relação direta com a personalidade da pessoa na sua vida intima.
Assim identidade de gênero está vinculado ao papel do homem e da mulher nos relacionamentos sexuais e ou afetivos. Assim ser heterosexual ou homosexual não é profissão e não representa o seu papel social, mas sim sua intimidade.
Pois na vida profissional a ideia de identidade de gênero pouco importa, uma mulher pode atuar em regra em qualquer profissão com polícia, motorista de carreta, pedreiro etc, desde que tenha força par isto, no mesmo sentido o homem pode trabalhar em qualquer função de cuidado e nutrição deste que tenha sensibilidade para isto.
Neste sentido identidade de gênero pode ser vista na psicologia analítica como a personalidade da pessoa na vida intima.
Na Psicologia Analítica é gênero está na alma do indivíduo. Jung explica que animus ( o lado masculino da alma) esta presente no inconsciente de uma mulher, e a anima ( o lado feminino da alma ) se encontra no inconsciente de um homem, ou seja todo homem tem um lado feminino oculto e toda mulher tem um lado masculino oculto.
Identidade de gênero mulher refere-se à experiência interna e pessoal de se reconhecer como mulher, na psicologia analítica esta experiencia esta relacionado aos arquétipos femininos que pode ser representado pelas personalidades das sete deusas gregas do olimpo.
Das sete deusas gregas, apenas uma têm tendencia ao comportamento sexual lésbico, que a deusa Artemis, que tem uma energia masculina muito forte.
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Identidade de gênero do homem refere-se à experiência interna e pessoal de se reconhecer como homem, na sua masculinidade, na psicologia analítica esta experiencia esta relacionado aos arquétipos masculinos que pode ser representado pelas personalidades das sete deusas gregas do olimpo.
Dos sete deuses gregos, apenas um têm tendencia ao comportamento sexual gay, que a deus Apolo, que tem uma energia feminina muito forte.
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Assim a visão da psicologia analítica sobre a identidade de gênero não ofende as tradições religiosas e não ignora o conhecimento cientifico, pelo contrário busca unir ciência e espiritualidade.
Para Jung as energias de animus e anima deve estar em equilíbrio interno na vida interior das pessoas, ao ponto do desequilíbrio pode gerar atitudes extremista como do homem machista e da mulher feminista.
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