Arquétipos Humanos: Personas e Tipos Psicológicos

Arquétipos Humanos: Personas e Tipos Psicológicos

Quais arquétipos você está
vivenciado? Qual a sua persona? Qual o seu tipo psicológico? Qual a diferença
entre persona e tipos psicológicos? Veja neste artigo dicas para descobrir seus
arquétipos e os conceitos de Carl Jung sobre este tema.

O tema arquétipos da
personalidade humana tem como principal teórico o psicólogo suíço Carl Jung,
este estudioso escreveu mais de trinta livros sobre a psique humana. Carl Jung
rompe com os fundamentos da psicologia de Freud e segue sua teoria própria,
fazendo surgir a psicologia analítica.

Jung inovou os
fundamentos da psique humana e introduziu conceitos novos como: nova definição
do ego, o conceito de inconsciente coletivo, personas, tipos psicológicos, sombras,
individuação, complexos, selfie entre outros.  

Entre suas obras há dois
livros principais sobreo os arquétipos humanos: um é o livro “Arquétipos e o
Inconsciente Coletivo”, este livro é considero a obra base sobre o estudo dos
arquétipos socais.

O outro livro sobre o
tema é “ Tipos Psicológicos, este é a obra base sobre os arquétipos pessoais, esta
é seu livro mais aceito dentro das universidades. Veja que há uma diferença sútil
entre os dois livros, essa diferença é motivo de muitos controvérsias sobre o
tema.  
Neste artigo você vai aprender a diferente entre as personas e os tipos
psicológicos
, ambos os conceitos são associados aos arquétipos e psicologia
analítica de Carl Jung.

 As personas são mascaras sociais por
meio das quais nos relacionamos com o mundo externo, sendo que esta se vincula
aos papeis sociais que assumimos numa coletividade.

As personas são os modelos de personalidade que assumimos. Através delas nos relacionamos com os outros; as personas são os nossos papéis sociais, resultado de nossas experiências em grupos

Carl Jung definiu oito tipos
psicológicos com base nos os elementos da percepção mente para defini-lo: pensamentos,
sentimentos, instintos e intuição, no qual faz diversas combinações para a
determinação da personalidade pessoal de uma pessoa.

Posteriormente a tese de
Carl Jung sobre tipos psicológicos foi ampliando entender a  dualidade masculina e feminina, animus e
anima, diversos analistas junguianos deram continuidade a sua obra associando
os tipos psicológicos aos perfis dos deuses e deusas da mitologia de civilizações
antigas, ou seja para explicar a nossa psicologia pessoal.

O resultados do livro
tipos psicológicos foi que há pessoas mais introvertidas e outras mais extrovertidas
na sua vida intimida, e na vida social ou profissional. Este é ponto que pouco
se fala na internet.

Geralmente nos comportamos de uma forma no trabalho e de outra maneira em casa, isto ocorre devido ao fato de usarmos dois arquétipos humanos: uma para se relacionar com a sociedade( personas) e outra para se relacionar com nossa vida intima (animus/anima/tipos psicológicos). Por isso que se costuma-se dizer que uma pessoa fora de casa é uma e dentro de casa é outra.

 

máscaras socais

Como exemplo uma pessoa
pode vivenciar o arquétipo do líder na área profissional, mas no lar – em casa
– assumir o arquétipo de homem emotivo, com comportamentos totalmente
diferentes.

Os arquétipos humanos ( Personas ou animus/anima) são mascaras do inconsciente coletivos através dos quais nós, seres espirituais, nos relacionamos com o mundo externo.

As máscaras dos arquétipos (sociais e pessoais ) representa
os papéis ou os personagens que desempenhamos em diferentes esferas da nossa
vida profissional e íntima, e que são fundamentais para garantir a nossa
adaptação social.  

As necessidades e as exigências mundo exterior obrigam-nos a
encarnar diferentes personagens, tais como os profissionais: professor,
inventor, artista, funcionário, e na área pessoal como: esposa, mãe, pai, filho,
irmão etc. E isso se  traduz-se em
diferentes perfis de personalidades  que
adotamos em diferentes contextos.

Este é outro ponto pouco se fala, para entender que somos arquétipos
devemos saber antes que os fenômenos psicológicos são em essência fenômenos anímicos
ou seja manifestação da alma.

Na prática alma e espirito é a mesma coisa, apenas nas ciências se costuma
dar vários nomes para definir a mesma coisa. O mesmo fale para inconsciente
coletivo, já foi chamado no hinduísmo como os registros akáshicos.

Um ponto importante para entender a psique
humana consiste em saber a relação alma,
mente, cérebro e ações
. Esta é a ordem: os fenômenos anímicos são
manifestação dos arquétipos do inconsciente coletivo, a mente ativa fisicamente
áreas do cérebro,  que por meio sistema
nervoso central comanda todo o corpo.

É lógico que o inconsciente coletivo não está armazenado dentro do cérebro
humano, a nossa capacidade cerebral não teria condições de armazenar todos os padrões
de personalidades de diferentes períodos da história humana, devido seu limite
físico.

Este ponto nos leva a buscar entender a relação entre o tamanho da mente consciente e  do mente inconsciente, O consciente é a parte que
está relacionada com a lucidez, a racionalidade no sentido de poder julgar e
fazer escolhas, porção superfieficla da mente. O O inconsciente é a outra parte da psiqueque representa o lado oculto, o nível profundo da nossa mente,
onde se encontra os arquétipos.

Uma analogia que se costuma fazer é comparar a nossa psique a um iceberg (montanha de gelo) em que a
ponta visível na superfície seria a porção consciente da nossa mente.

 A parte que racionaliza, faz as escolhas
e julga representa apenas 12 %. A outra parte do iceberg é o inconsciente, este
representa os outros 88 %.

É o inconsciente pessoal, sendo maior parte da nossa psique onde está
gravado o nosso sistema de crenças e os arquétipos. No inconsciente individual
se encontra entre outros elementos memórias, medos, fantasias, pulsões
pessoais.

O
inconsciente pessoal está submerso à superfície e está entrelaçado a um oceano;
este é o inconsciente coletivo. Todo
o oceano seria o inconsciente coletivo. Este é o inconsciente que é comum a
toda a humanidade, onde todos os acontecimentos da vida estão gravados e é a parte
de onde os arquétipos de grupo emergem, sendo os arquétipos o principal conteúdo
do inconsciente coletivo.

Os doze
arquétipos sociais: o herói, o revolucionário, o criador, o comediante, o
sonhador, o cara comum, o prestativo, o explorador, o governante, o sedutor, o
mago e o sábio.

A partir desta concepção, pode-se deduzir que onde exista seres humanos vai existir todos ou parte destes doze modelos de arquétipos. Seja nos antigos índios americanos, numa grande empresa, numa comunidade (favela, gueto, povoado) e ou até, podemos pensar numa legião de seres extraterrestres, certamente vai existir entre eles o que manda (o governante), um que traz mudanças ( o revolucionário) um que ensina (o sábio), um que cura (o mago) , que   salva as pessoas ( o herói) um inspira beleza ( o sonhador), um que traz inovação ( o criador), um que ajuda as pessoas( o prestativo), um que seduz pessoas (o sedutor) que gosta da natureza ( explorador) , que anima pessoas ( o comediante), um que quer ser igual a todos ( os cara comuns) , estes são moldes cujo conteúdo será dado por cada pessoas, pois estes arquétipos são padrões universais.

Sabendo
agora desta informação, você deve se autoconhecer interiormente e perguntar
qual arquétipos social estou vivenciando.

Outra
implicação desta informação que você acaba de saber é ver o mundo como um palco
e os arquétipos sociais de Carl Jung como personagens, pois explica que a cada
ser humano, os 7,6 bilhões de personagens, é dado um arquétipo de grupo e o livre arbítrio para vivenciar a sua própria
história.

Os
arquétipos sociais nos convidam a entender os papéis que assumimos na vida e
quais talentos e vocações estão vinculados a este arquétipo. Saber quais
sombras dos arquétipos está travando nosso crescimentos pessoal.

Como também quais modelos de pessoas devemos ter como exemplo, para nos guiar em nossa evolução pessoal. Saiba mais no ebook: Arquétipos: Desperte sua força interior.

 

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