Arquétipos Poderosos.

Arquétipos Poderosos 

Você sabe o que são os arquétipos? Você sabia que a natureza do ser humano e de todos os demais seres são arquetípicas? Você sabia que os arquétipos são o modelos mais poderosos que há. Veja agora como a ciência e os estudiosos do tema explica os arquétipos.

O tema sobre os arquétipos não é uma descoberta cientifica, o conhecimento sobre os arquétipos é poderoso e antigo, por isso foi ocultado da humanidade. Este é um conceito vasto e abrange várias áreas do conhecimento como: filosofia, biologia, psicologia, mitologia, metafisica entre outros. Neste artigo busca-se dar a visão da ciência sobre os arquétipos, mais precisamente da física quântica.

Vários estudioso como filosofo Platão, o biólogo Richard Owen, o psicólogo Carl Jung, cientista Rupert Sheldrake, o mitólogo Josef Campbell tentaram divulgar a sabedoria dos arquétipos para o mundo mas foram ignorados pela ciência oficial, contudo no século XXI, o verdadeiro poder existente nos arquétipos está sendo revelado.

O que são arquétipos?

Imagine o planeta o qual habitamos como uma grande esfera em branco em sua superfície. Pense agora que todos os elementos posto sobre essa superfície foi previamente idealizado mentalmente antes de ser materializado na forma todos os seres, objetos e situações de vida.

Nesta concepção esses modelos mentais primitivos são os arquétipos, tudo posto na ;superfície foi idealizado previamente, tudo tem natureza arquetípica.

Logo os arquétipos são os projetos iniciais de uma consciência cósmica, os arquétipos são as projeções da arvore da vida, que representa a própria criação e suas ramificações.

Arquétipos são as primeiras emanações do universo, visão quântica seria as primeiras consciências gerados após o big bem ou grande explosão, após o universo foi expandido e replicado a partir de modelos primordiais. Os Modelos arquetípicos por seres os projetos iniciais de todos os seres quanto mais perfeitos e mais poderosos são se aproximam do seu arquétipo.

platão-Richard Owen-Carl Jung

Os estudiosos que explicam os arquétipos

Explicação sobre a existência dos arquétipos pode ver vistos por vários especialistas ao longo dos séculos. O pioneiros neste planeta a compreender o noção do venha a ser os arquétipos foi Platão.

Platão lança a tese que vivemos em dois mundo: O mundo das ideias e mundo material, o mundo das ideias são os projetos iniciais de tudo que há.

E o mundo material que habitamos, este mundo é uma cópia do mundo das ideias.  Tudo que existe foi idealizado mentalmente, essas ideias iniciais são os arquétipos.

No século no início do XIX com o biólogo naturalista britânico Richard Owen, antes mesmos da teoria evolucionista de Charles Darwin, defendia a tese que padrões imutáveis em todos os seres vivos.

Owen defende que esses padrões são modelos divinos de criação, logo  todos os seres vivos são criados segundo um molde feito por Deus. Isso não se confunde com a reprodução das especies que é biológica.

No século XIX o Psicólogo suíço Carl Jung estudos e documentou em vários livros o lado psicológico dos arquétipos, este cientista defende a tese da existência de um inconsciente coletivo, em que os conteúdos desta inconsciente universal são arquétipos.

Logo estes são os modelos de personalidade comum em todas as pessoas, estes padrões são modelos oriundo do inconsciente coletivo.

O mitólogo norte americano Josef Campbell por sua vez defende a ideia inovadora de que todas as situações de vida das pessoas são também arquetípicas,

Este estudioso ver os mitos das civilizações antigas como como narrativas simbólicas de situações reais da vida, oriundo do inconsciente coletivo, desta maneira mitos são arquétipos.

A tese mais atual sobre os arquétipos é defendida pelo inglês Rupert Sheldrake, este cientista afirma que todo sistema ou organismo possui um campo morfogênetico, portador de energia e informação que gera caraterísticas físicas e de comportamento comum em toda uma espécie.

O Escritor e pesquisador brasileiro Hélio Couto é um grande divulgador e estudioso dos arquétipos no Brasil e América latina, entre suas tese esta o conceito de consciências arquetípicas , no qual este defende ser possível que toda informação de um arquétipo pode ser transferida para qualquer pessoa por meio da ondas eletromagnéticas.

Hélio Couto explica também que existem arquétipos positivos e arquétipos negativos, essa distinção ocorre devido dos resultados pratica na vida das pessoas, como os arquétipos  são energias vivas essa influencia pode ser positiva ou negativa.

Josef Campbell-Rupert Sheldrake-HélioCouto

A ciência e os arquétipos

Também foi deduzido por Sheldrake que o faz um embrião de uma planta ou de um animal se torne uma determinada espécie é a informação contida no seu campo morfogênico.

Do mesmo modo como toda espécie é formada por átomos, o que faz com que os átomos de uma espécie não se funda com de outra também é o seu campo mórfico.

Os campos mórficos são os arquétipos, esses “campos mórfogenéticos” são estruturas invisíveis aos olhos humanos e se estendem no espaço-tempo moldando a forma fisiológica e o comportamento de todos os sistemas vivos do mundo material.

Arquétipos são padrões quânticos

Arquétipos são padrões quânticos que se manifestam em forma de campos morfogenéticos, agem sobre a matéria impondo padrões, a atuação é semelhante à dos campos eletromagnéticos da física, porem os campos mórficos levam informações, não energia.

Para a física quântica todos os seres possuem consciência, e deste modo os seres devem ser classificados por níveis de consciência ou reinos

Os arquétipos na natureza

No nosso planeta os arquétipos estão presente de forma sutil nos quatro reinos de acordo com os níveis de consciência: no reino mineral estão nas pedras preciosas, no vegetal estão as flores, os frutos e as grandes arvores.

No reino animal estão nas principais espécies.  no reino hominal estão nos grandes homens e mulheres da historias, estes são personificações dos arquétipos.

Pelo o que foi explicado acima pode deduzir que arquétipos não é achismo, não é esoterismo, não é ideologia, não é filosofia, não é doutrina, não é hipótese cientifica. Arquétipos é a realidade última, é como o universo e o nosso planeja está formado.

Saiba mais sobre arquétipos no livro: Arquétipos – Desperte sua Força Interior. 

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