Arquétipos e Sombras

ARQUÉTIPOS E SOMBRAS

Qual a relação entre arquétipos e sombras? Como descobrir minha sombra? Qual a base cientifica deste conhecimento? Qual a importância deste tema para o seu crescimento pessoal? Como nos livramos das sombras?

Entender as sombras é um tema vasto e precisos, significar mergulhar  no subconsciente das pessoas e identificar os reais motivos que paralisa a vida das pessoas em todas as áreas. Neste artigo

A grande maioria das pessoas vivem literalmente no mundo das sombras, as sombras nos domina, isto é um fato! Reconhecer este pressuposto é vital para o nosso desenvolvimento pessoal.

Por outro lado vivenciar um arquétipo é o oposto, vivenciar um arquétipo significar se aproximar da forma do ser humano perfeito, é se aproximar da maestria, estado que somente os grandes de humanidade alcançaram.

A principal contribuição teórica para o entendimento das sombras é a Psicologia Analítica de Carl Jung, este explicar a psique humana estruturada em quanto elementos; que juntos e misturados formam a nossa personalidade, são eles: o ego, as personas , a sombra e o self.

O EGO, O FALSO CENTRO

Jung inovou os fundamentos da psique humana, alterou a noção sobre o Ego e introduziu conceitos novos como: inconsciente coletivo, arquétipos, sombras, individuação, selfie entre outros.

Para Carl jung O ego é o centro da mente consciente pessoal, este resultado de experiências de vida do contexto social no qual o indivíduo esta inserido.   Existe também o inconsciente pessoal em que se vincula os complexos, que são traumas e crenças negativas. 

O ego é  lado egoísta, individualista de nossa personalidade, são características comportamentais de um ego inflado a busca por interesses pessoais, o apego, a competição, o conformismo, demarcação de território.

Fisicamente o ego é o nosso lado animal, o Ego está vinculado ao nosso cérebro reptiliano, que está associado a parte mais profunda e ancestral do nosso cérebro, responsável pelos nossos instintos primitivos.

A ideia de ego com o falso centro de nossa identidade, foi defendida pelo mediun indiano osho, este escreveu o livro cujo título: O livro do Ego – liberte-se da ilusão, no qual este defende se o Ego o nosso maior inimigo.

Osho propõe a meditação como um exercício para silenciar a mente e observar o ego, e assim se conectar a nosso verdadeiro centro. Significa deixar os pensamentos do ego entrar e sair na nossa mente sem ser influenciados  por ele.

  AS PERSONAS OU ARQUÉTIPOS SOCIAIS

As personas são mascaras sociais que usamos para nos relacionar, são padrões de comportamentos, de vivencias oriundos do inconsciente coletivo de toda a humanidade.

As personas representa os papeis sociais que assumimos numa sociedade, a questão é que  quando estamos vivenciando um sombras assumimos arquétipos negativos, assumimos padrões de comportamentos  repetitivos e negativos para nós e para os demais pessoas.

Você como profissional será o resultado de qual dos dois elementos lhe domina. Por exemplo de você trabalha como professor e se o selfie esta atuando o arquétipo do sábio e certamente será num grande mestre ou professor exemplar.

Por outro lado se o seu ego está na comando, o arquétipo negativo vai se manifestar, e o resultado será um profissional limitado, um indivíduo que dá aulas por obrigação, ao chegar em casa não estuda e não busca se atualizar, este está vivendo a sombra.  

Então o que é o Selfie na pratica e o que é Ego.  As implicações desta constatação são  tremendas: O Ego e o Self, duas forças vivendo simultaneamente dentro de toda pessoa.

O SELFIE, O VERDADEIRO CENTRO

 O Self ou si mesmo seria o elemento central da nossa personalidade. É o que dá ordem e totalidade a nossa personalidade. O Self é o eu superior que representa um processo de individuação de um todo.

Deste modo o Psicólogo Suíço Carl Jung, foi o primeiro cientista no mundo que foi ousado em dizer que todos nós ser humano possuímos na nossa mente DOIS CENTROS.  Um é o Selfie e o outro é o Ego.

O Self é o elemento que liga o ser humano a consciência cósmica, já o Ego é o elemento que liga o homem ao seu cérebro primitivo ou o cérebro reptiliano, deste modo por ser de essências distintas surge o confronto entre estas duas vozes dentro da nossa mente.

Deste modo na nossa vida pratica  implica entender qual destes dois elementos estão  no comando nossos pensamentos e ações em determinados momentos? Isto vai depende de quem estiver “ativo”.

Isto explica porque as oscilações em nossas vontades: ora quer fazer uma coisa, ora não quer mais. Em um momento estamos motivados e em outro sem esperança.

O REINO DAS SOMBRAS

Carl Jung define as Sombra como o lado negativo dos arquétipos de grupo sendo a parte maligna da consciência; sendo desejos e experiências que devem ser rejeitados pela mente consciente do indivíduo por ser incompatível com os padrões morais.

Devemos nos preocupar sobre qual sombra estar nos dominando, são as sombras o responsável por nossa auto sabotagem, são as sombras que nos mantem paralisado na zona de conforto, são elas principalmente o lado negativo dos arquétipos, são elas que não permite que o luz e a energia dos arquétipos não brilhem dentro de nós.

Por exemplo se você fez algo do qual tem vergonha de contar certamente neste caso a sua sombra estava no domínio. Outra forma identifica a sombra é observar aquilo que odiamos em determinada pessoa, pois costumamos projetar nossa sombra nos outros.

Nas diversas profissões temos exemplos bem nítidos deste padrões de arquétipos negativos, veja a relação abaixo: Na ordem a forma negativa dos arquétipos para lhe auxiliar neste processo de autodescoberta.
A relação abaixo é meramente exemplificativa dos arquétipos negativos ou as sombras, as  suas características são atemporais, contudo a dominações varia no tempo e na lugar.

arquétipos e sombras

As personas nas mulheres atuam de forma semelhante nas diversas profissões, nas mulheres após reconhecer que vivenciamos algum tipo de sombra, agora próximo passo é descobrir qual sombra lhe domina.  

As máscaras dos arquétipos nas mulheres de manifesta em comportamentos extremistas e feministas. Estas mascaras socais possibilita um autoconhecimento pessoal, a conhecermos a nós mesmos é perceber qual elemento está agindo sobre nós: 

Abaixo faço em resumo das sombras dos arquétipos femininos, saber enxergar a própria sombra é vital para o nosso sucesso em todas as áreas. 

arquétipos e sombras

SELFIE VERSUS SOMBRAS

O selfie é o que as religiões cristã chamam de espirito santo, no mundo hindu o denominado de centelha divina, de matriz divina do famoso escritor Gregg Barden ainda o conceito de átomo divino do norte americano Joel Goldsmith, que afirmava que a existência desta partícula divina dentro de nos.

 
As sombras são o que as religiões cristãs romanos chamam de demônios, o que os cristãos gnósticos arcontes , para o psicologia analítica de Carl Jung define como sombras, o lado maligno que aflora na nossa mente. 

Se livrar das sombras significa se conectar ao selfie. Fazer isto requer amadurecimento e uma auto forte autocritica. Se livrar das sombras implicar agir dentro e fora de nós. Dentro mudando as crenças limitantes e sentimentos negativos. E por fora mudando para novos hábitos e fazendo coisas novas.
O Ego inflado visa sempre buscar seus interesses pessoais a todo custo, já o Self agindo seria o equivalente à nossa essência divina, busca ajudar, ter gratidão e busca o amor incondicional a Deus e ao próximo.

Qual lado de nossa mente nos domina? O lado benigno ou o lado maligno. Temos o antídoto e veneno dentro de nós para que possamos escolhermos. Saiba mais no e-book: arquétipos – desperte sua força interior.

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